quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O educador gestor e o gestor educador

A dica de hoje é o livro "Educação para o Conviver e a Gestão da Aprendizagem: O Educador Gestor e o Gestor Educador" escrito por um grupo de mestrandos e doutorandos da Puc/SP. O livro traz um capítulo especial sobre a parceria entre direção e coordenação e a possibilidade de alinhar as propostas pedagógicas com as administrativas, que não é uma coisa tão simples quanto parece. O capítulo 14 foi escrito pela Silvana Tamassia, do blog http://elodeeducadores.blogspot.com/, e Regina Lúcia Brito. 
Quem quiser pode adquirir o livro pelo link:  
http://www.editoraappris.com.br/produto/3702200/Educacao-Para-o-Conviver-e-a-Gestao-da-Aprendizagem-O-Educador-Gestor-e-o-Gestor-Educador#

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Virtude Moral

Não basta ensinar o que é virtude moral, é necessário vivenciá-la.


"A virtude [...] recebe do ensino a geração e o desenvolvimento, por isso necessita de experiência e tempo: a ética provem do hábito[...] portanto as virtudes não se geram por natureza ou contra a natureza, mas se geram em nós, nascidos para recebê-las e aperfeiçoando-nos mediante o hábito[...] nós [as] conseguimos pela ação, porque, como nas outras artes, o que é preciso primeiro aprender para fazê-lo, aprendemos fazendo-o, tal como nos tornamos construtores construindo, ou tocadores de cítara tocando. Assim também, realizando ações justas ou sábias ou fortes tornamo-nos sábios, justos ou fortes".


Aristóteles
Ética à Nicômaco

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mestrados e doutorados gratuitos

HADDAD ANUNCIA QUE SERÃO GRATUITOS OS MESTRADOS E DOUTORADOS EM EDUCAÇÃO


Cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados em educação, mesmo em instituições privadas, serão gratuitos. O anúncio foi feito pelo ministro Fernando Haddad, na tarde desta sexta-feira, 30, durante o 7º.Congresso Inclusão: Desafio Contemporâneo para a Educação Infantil,promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo (Sedin). Haddad explicou que deve assinar nos próximos dias uma portaria que daráa esses cursos o mesmo mecanismo do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). Os professores que decidirem fazer o curso e trabalharem nas redes públicas terão a dívida saldada automaticamente. O ministro da Educação admitiu que trabalha com dificuldade em um modelo de avaliação para a educação infantil. “Faço um desafio para vocês.Me mostrem os casos de sucesso e de eficiência para que possamos tabular esses valores.”Haddad creditou ao presidente Lula a inclusão da educação infantil noFundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), além do fornecimento de merenda, transporte escolar, biblioteca e livro didático.“O que mais me impressionou quando eu cheguei ao Ministério da Educação foi a constatação de que não só não havia mecanismos de financiamento, como não se dava importância a um ciclo tão importante daformação da criança.” O ministro lembrou da emenda constitucional que tornou obrigatória a educação dos quatro aos 17 anos e qualificou o Programa de Reestruturação da Rede Escolar Pública (ProInfância) como o maiorprograma de expansão da rede física educacional. “A presidenta Dilma conveniou 4 mil creches e destinou recursos para 6.400 creches em todo opais, 172 apenas na cidade de São Paulo. Além disso, o Ministério da Educação vai se responsabilizar pelo primeiro ano de custeio antes do censo” – concluiu. Assessoria de Comunicação Social 

_Retirado
de: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17105
[2], em 01/10/11_

Ensino Contextualizado!


domingo, 25 de setembro de 2011

QUANDO A ESCOLA É DE VIDRO

Trecho do livro de Ruth Rocha

Eu ia a escola todos os dias de manhã e quando chegava, logo, logo, eu tinha que me meter no vidro. É, no vidro!
Cada menino ou menina tinha um vidro e o vidro não dependia do tamanho de cada um, não! O vidro dependia da classe em que a gente estudava.
Se você estava no primeiro ano, ganhava um vidro de um tamanho. Se você fosse do segundo ano, seu vidro era um pouquinho maior. E assim, os vidros iam crescendo à medida que você ia passando de ano.
Se não passasse de ano era um horror. Você tinha que usar o mesmo vidro do ano passado. Coubesse ou não coubesse.
Aliás nunca ninguém se preocupou em saber se a gente cabia nos vidros. E para falar a verdade, ninguém cabia direito.
Uns eram gordos, outros eram muito grandes, uns eram pequenos e ficavam afundados no vidro, nem assim era confortável.
A gente não escutava direito o que os professores diziam, os professores não entendiam o que a gente falava, e a gente nem podia respirar direito...
A gente só podia respirar direito na hora do recreio ou na aula de educação física. Mas aí a gente já estava desesperado de tanto ficar preso e começava a correr, a gritar, a bater uns nos outros.